FACULDADES · UNIVERSIDADES · HOSPITAIS DE ENSINO

Tecnologia para
observar.
Preceptoria para
transformar.

Ensine a partir do que a sua turma viveu.

O estudante atende por voz. Você recebe a ficha, a transcrição e a leitura da turma — e transforma essa prática no ponto de partida do próximo encontro.

Prática individualDiscussão humanaAcompanhamento da turma
A TECNOLOGIA OBSERVA. VOCÊ CONDUZ O ENSINO.
Cena ilustrativa de uma preceptora discutindo com estudantes ao redor de um tablet
Cena ilustrativa. Não representa clientes ou depoimentos.
DO ATENDIMENTO AO ENCONTRO DOCENTEA próxima discussão começa
na prática da sua turma.

01 Aluno entra pelo link.

02 Você recebe ficha e conversa.

03 A turma vira pauta de aula.

04 Os grupos preservam a trajetória.

UM CICLO COMPLETO DE PRECEPTORIA

O atendimento termina.
O ensino continua.

Você prepara a atividade, o aluno conduz o caso e a devolutiva abre uma conversa. As próximas atividades permitem retomar o que foi discutido.

ANTES DO ATENDIMENTO · PRECEPTOR

Escolha o caso.
Conheça o que vai observar.

Leia o dossiê com a cena, a história oculta, os achados, o gabarito, a leitura e as questões. Gere a atividade e envie o link para a turma.

O QUE FICA COM O PRECEPTOR
01Cena e história do paciente↗
02Achados e gabarito de referência↗
03Leitura e questões do tema↗

O aluno recebe a atividade. O tema e o diagnóstico não aparecem antes de atender.

A PRÁTICA SE TORNA OBSERVÁVEL

Um atendimento.
Três registros para compreender.

O estudante conduz o caso por voz, sem tema anunciado. A análise relaciona o que aconteceu na conversa, os segmentos de exame abertos e a ficha escrita.

01 / O QUE FOI DITO

A conversa,
nas palavras do aluno.

O que perguntou? Como explicou a decisão? Conferiu o entendimento do paciente? A transcrição permite retomar esses momentos.

Comunicação observada pelo que foi dito.
02 / O QUE FOI EXAMINADO

O exame escolhido.
Não só o descrito.

A Íris compara os segmentos que o estudante abriu com os achados que escreveu na ficha, apontando possíveis inconsistências.

Propedêutica e fidelidade do registro.
PARA ALÉM DA NOTA

A devolutiva inclui trechos da conversa, fragilidades e pontos para revisão. O preceptor interpreta esses elementos e conduz a discussão.

O QUE CHEGA ÀS MÃOS DO PRECEPTOR

Conheça a turma.
Volte a cada atendimento.

Da leitura coletiva à ficha e à transcrição de cada participante. Entre as atividades, os grupos permitem acompanhar a trajetória.

Explore as três leituras.
Os exemplos ao lado são fictícios.

Preceptoria
DEMONSTRAÇÃO · DADOS FICTÍCIOS
GRUPO · INTERNATO A

O que levar ao encontro?

Turma
Participaram12 / 12
Atendimentos24
Atividades2

Pontos para retomar com este grupo

Explicação do plano ao paciente7 de 12 alunos
Hierarquia das hipóteses5 de 12 alunos
Fidelidade da ficha à conversa4 de 12 alunos
POSSÍVEL PAUTA DO PRECEPTOR

Retomar como a conduta foi comunicada, usando trechos dos próprios atendimentos.

Composição ilustrativa, não captura do sistema. Pessoas, falas e números fictícios; não representam resultados de clientes. A pauta e o encontro exemplificam o uso pelo preceptor.

Material para levar à aula

Oculte os nomes para projetar e imprima o relatório completo: turma, anamnese e análise aluno a aluno.

O acesso tem um limite claro

O preceptor vê as atividades vinculadas à sua turma. O histórico pessoal do assinante permanece privado.

ÍRIS EXPERIENCE · O MODELO EM APLICAÇÃO

Antes do encontro,
cada um atende.
No encontro,
a turma reflete.

A Experience é o modo Preceptoria aplicado como programa, não outro produto. A edição descrita organiza quatro semanas de prática e encontros com preceptores.

4semanas
8casos no programa
1encontro por semana

Formato de referência, não pacote automaticamente incluído. A proposta institucional define sua programação e os responsáveis pela condução.

DA CASA DO ALUNO À DISCUSSÃO DA TURMAUma semana por dentro
  1. 01

    Dois casos, sem tema anunciado

    Cada estudante atende por voz, de casa, pelos links das atividades.

  2. 02

    Devolutivas individuais

    O aluno recebe a análise. O preceptor consulta as fichas e conversas antes de reunir a turma.

  3. 03

    O encontro humano

    A discussão parte do que aquela turma perguntou, registrou e decidiu nos casos.

  4. 04

    A próxima semana retoma a prática

    Novos atendimentos permitem observar padrões e comparar as leituras ao longo do programa.

Pensar um programa para minha instituição

A MESMA BASE. A SUA FORMA DE ENSINAR.

O ciclo se organiza
em torno da sua instituição.

DA GRADUAÇÃO AO INTERNATO

A turma tem um percurso.
A preceptoria pode acompanhá-lo.

Organize grupos e atividades para o momento do curso. Use o dossiê para preparar os casos e os relatórios para planejar a discussão com os estudantes.

01

Atividades com objetivo definido

Escolha casos para a etapa de formação, com o dossiê disponível ao preceptor e o tema oculto para o aluno.

02

Um encontro com material concreto

Leve a visão coletiva, as fichas e as transcrições para a aula, com opção de ocultar nomes.

03

Continuidade entre atividades

Preserve o grupo e consulte o recorte de cada estudante ao longo dos casos vinculados.

Para coordenações de curso, docentes, núcleos de simulação e preceptores do internato.

CONHEÇA TAMBÉM · ÍRIS HOSPITAL

O contexto se amplia.
O cuidado continua.

Aberto a toda conta da Íris

Um plantão em uma maquete 3D: pacientes chegam, leitos herdados pedem evolução e prescrição, casos são apresentados ao líder e à intensivista por voz.

Vista da maquete V3 do Íris Hospital com recepção, consultório, sala vermelha, enfermarias adulto e pediátrica, UTI e outras salas
MAQUETE V3 · CAPTURA DO PROTÓTIPO LOCALAmbientes representados não significam funcionalidades já integradas.
Atendimento e destinoEvolução e prescriçãoPassagem de caso por vozFamília e conversas difíceisTreino de laudos

O Íris Hospital está aberto a toda conta da Íris. Para turmas e instituições, o acesso entra na proposta. O índice do plantão acompanha demandas cumpridas, não certifica qualidade assistencial.

Conversar sobre o Íris Hospital

DO SEU OBJETIVO À PROPOSTA

Vamos desenhar o uso.
Junto de quem ensina.

Público, número de participantes, período de uso e escopo entram na conversa institucional. Não é preciso replicar assinaturas individuais para discutir um projeto de turma.

01

Qual formação acompanhar?

Defina a turma, o momento do curso ou do serviço e os objetivos que orientam a escolha das atividades.

02

Como conduzir os encontros?

Combine a sequência de casos e quem será responsável por interpretar os relatórios e discutir a prática.

03

O que observar ao longo do uso?

Estabeleça os critérios do projeto, as condições de acesso e a forma de avaliar sua continuidade.

ANTES DA CONVERSA

Clareza também
faz parte da proposta.

O que a instituição recebe e o que permanece privado.

Como o aluno entra na atividade da turma?

Pelo link gerado pelo preceptor, informando nome, e-mail e telefone. Não precisa criar conta, fornecer CPF ou contratar assinatura individual para essa atividade. O tema fica oculto, e há uma tentativa por atividade. Quantidade de participantes e condições institucionais são definidas na proposta.

O que o preceptor pode consultar?

Os relatórios das atividades vinculadas à turma: visão coletiva, notas, etiquetas de fragilidade, ficha escrita inteira e transcrição de cada participante. Os grupos permitem acompanhar várias atividades. O histórico pessoal do assinante do Student Plan permanece privado e não é aberto ao preceptor da turma.

Posso usar o material no encontro presencial?

Sim. É possível ocultar os nomes para projetar e imprimir o relatório completo, com a turma em conjunto, a seção dedicada à anamnese e a leitura aluno a aluno. Ocultar nomes é um recurso de apresentação; é necessário revisar o conteúdo antes de compartilhá-lo para evitar outras informações identificáveis.

Os indicadores de integridade comprovam irregularidade?

Não. Saída da tela, pausa longa e texto colado, por exemplo, são indícios de contexto da sessão. Servem para o preceptor perguntar e compreender o ocorrido, não para acusar ou aplicar sanção automática.

A Experience e o Hospital fazem parte de todo contrato?

A Experience é uma aplicação do modo Preceptoria como programa, não um produto separado nem uma agenda automaticamente incluída. O Íris Hospital está aberto a toda conta da Íris. Programação, responsáveis e eventual acesso a outros módulos precisam constar de uma proposta específica.

Como combinamos investimento, dados e requisitos técnicos?

A proposta considera público, quantidade de participantes, período de uso e escopo. Deve definir também permissões, tratamento dos dados e responsabilidades. Integrações, autenticação institucional, prazos e níveis de serviço precisam de análise e acordo; não estão pressupostos nesta página.

VAMOS CONSTRUIR ESSA EXPERIÊNCIA?

Leve essa forma
de ensinar para
a sua instituição.

Conte quem você acompanha e como organiza a preceptoria. Vamos conversar sobre uma demonstração e o desenho de uma proposta institucional.

contato@iris-preceptoria.com.br

Para coordenações, docentes, núcleos de simulação e lideranças de ensino em hospitais.

DEMONSTRAÇÃO · PROPOSTA INSTITUCIONAL

Vamos nos conhecer.

Seus dados ficam apenas na página. O botão prepara uma mensagem para você revisar e enviar pelo seu e-mail. Nada é enviado automaticamente.