Iris PreceptorIAClinical Scan
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Erre aqui. Não no paciente.
Você pode até estudar muito Medicina e ainda assim não estar pronto para atender sozinho.
10 min · sem cartão · devolutiva completa


A distância entre os dois não se vence com mais uma aula.
Vence-se com experiência clínica.
Você atende. A Iris observa.
Enquanto você conduz o caso, a Iris disseca cada decisão com olhar clínico, revela o que você deixou passar, acompanha sua evolução e mostra onde você precisa melhorar — e o que estudar para chegar lá.
Testar a Iris grátisVocê chama o paciente. Do outro lado, uma voz responde — e só revela o que você souber investigar.
Voz, em tempo real. Cada paciente chega de um jeito — ansioso, irritado, fechado. Como você conduz também conta.
Pergunte mal, descubra pouco. O diagnóstico pode estar na pergunta que você não fez.
Você só encontra o que procura. A Iris sabe o que estava lá — e o que ficou fechado.
O que você pensou e não registrou. A pergunta que induziu. O exame que faltou. A dose errada. O destino ausente.
O atendimento termina. Seu padrão permanece.
Todo paciente grave e todo internamento que passam pela emergência entram num registro mantido, plantão após plantão, por quem está do lado de dentro. É um acervo com mais de mil casos reais — e é dele que a Iris nasce.
Cada caso é montado a partir desse banco e filtrado pela incidência das principais provas de residência médica do Brasil. A IA dá voz e temperamento ao paciente; a doença, os achados e as armadilhas vêm de quem chegou de verdade à emergência.
Você não treina no raro nem no inventado. Treina no que aparece — e no que a prova cobra.
Os 121 casos do acervo são simulados: nome, idade e história são construídos, e nenhum reproduz um paciente identificável. A IA empresta a voz. Os casos vêm do plantão.
Anatomia de um caso
Quem é o paciente, como ele fala, o que esconde — e o que só entrega se for bem perguntado.
O que está normal e o que está alterado já existem antes de você abrir cada segmento.
Hipótese, diferenciais que enganam, conduta de emergência, dose e destino esperados.
Diretriz e literatura que sustentam a correção — e fecham a sua devolutiva.
Dona Carla, 81 anos, chegou confusa. A filha diz que ela “não é assim”. Você tem dez minutos para descobrir o que está acontecendo, e a Iris corrige o seu atendimento no fim — a mesma Iris, numa versão de dez minutos com ficha reduzida.
“Doutor, minha mãe não é assim. De anteontem pra cá ela ficou confusa, falando coisa sem sentido, parou de comer. Eu achei que era coisa da idade, mas hoje ela nem me reconheceu direito.”
Tamila, 52 — filha da paciente
O paciente chega com uma queixa. O diagnóstico, não. Investigue, pergunte, encontre — se você não procurar, ele vai embora sem te contar.
“Plantão cheio hoje, não é, doutor? Mas é rapidinho. Eu só vim renovar a receita da pressão, que acabou.”
“Claro. Vou renovar aqui para o senhor. Pode pegar na farmácia hoje mesmo.”
“Obrigado, doutor. Deus lhe abençoe.”
Há dois meses sente um aperto no peito quando sobe a ladeira com as compras. Passa quando para. Não contou nem para a mulher — e ninguém perguntou.
Parecia só uma renovação de receita. Ele foi liberado em quatro minutos. A angina ficou.
A Iris não suaviza: você deixou passar.
Um erro isolado pode ser acaso — o mesmo erro repetido é uma fragilidade. A Iris cruza as suas decisões ao longo das simulações e aponta onde você continua tropeçando.
E não mede só semiologia: mede se você reconheceu o infarto, o AVC na janela, a TVP, a apendicite — e se a conduta seguiu o protocolo, na ordem e no tempo certos.
Você não estuda tudo de novo. Estuda aquilo que ainda pode te fazer errar.
Supradesnivelamento de ST não reconhecido — SCA fora das hipóteses
AAS e ECG fora dos 10 minutos da chegada — protocolo de dor torácica
Sildenafil nas últimas 24h investigado antes do nitrato
No plantão real, ninguém lê a sua memória — lê o que você escreveu.
A Iris cruza o que você marcou com o que você abriu de fato. “Normal sem examinar” é apontado como falha ética — antes que um perito o faça.
A Iris compara a transcrição da conversa com a sua ficha. Descobrir a alergia e não anotar conta como falha.
O sistema sabe quais segmentos você abriu de fato. Normal sem examinar é falha ética, não descuido.
A paciente disse 38,2 e a ficha diz 39,5. É o erro que a correção trata como o mais grave dos três: não é esquecimento, é um dado que passa a valer errado para quem ler depois.
O painel não mostra média: mostra recorrência — e recorrência muda o que você faz amanhã. Cada ponto vem com o que ele custa à beira do leito: “não perguntou o peso” não fica sozinho na tela, vem com o motivo — sem peso não há dose, e em criança isso é a distância entre tratar e intoxicar.
Depois de alguns atendimentos, a Iris reúne as fragilidades que voltam a aparecer. São 40 pontos de um vocabulário fixo, em cinco famílias — semiologia, clínica, conduta, relação e conduta profissional.
Cada ponto vem com o que ele custa à beira do leito, com que frequência voltou a aparecer e em quantos atendimentos — e leva direto ao artigo que trata dele. Quanto maior esse número, mais confiável é a leitura.
Ao término do atendimento, descubra o que você errou — e como pode acertar. Treine, corrija, repita — até que a fragilidade de hoje não apareça no próximo atendimento.
No histórico você acompanha se a mesma fragilidade continua aparecendo — sempre com o número de atendimentos que sustenta aquela leitura.
No formato das grandes provas de residência — ENARE, USP, Unicamp, Unifesp, SUS-BA, Pequeno Príncipe: vinheta clínica com perguntas de diagnóstico, exames complementares e conduta. As erradas voltam comentadas.
Cada devolutiva fecha com as fontes daquele caso — diretriz, protocolo do Ministério, literatura.
Errou uma questão do tema? A Iris te leva ao caso de voz correspondente. Você estuda, refaz e vê a fragilidade sumir da sua íris.
Você recebe o hospital como ele está: pacientes que outro médico internou, cada um com prontuário e uma decisão pendente esperando por você. E a porta continua aberta — até três pessoas chegam em horas diferentes, sorteadas do acervo, e ninguém sabe o que elas têm.
Atender é o começo. Depois vem evoluir, prescrever, discutir o caso com a intensivista, passar o plantão ao líder e falar com a família — e a espera de quem ficou na recepção corre enquanto você decide.
Entre um paciente e outro, o hospital tem mais portas: laudar exames de imagem, pedir à farmácia a leitura da sua prescrição, treinar conversas difíceis na sala reservada e, depois da devolutiva, estudar o quadro de cada paciente que você atendeu.

Estas telas saíram do código rodando. O Iris Hospital está pronto e funcionando — e entra na assinatura: com a sua conta, você assume o plantão.
Um caso sorteado entre todas as áreas. Cada participante conduz uma etapa em voz alta, dizendo o próprio nome. A nota é do time — e não entra no histórico de ninguém.
Estudar em grupo sem que o mais preparado responda por todos.
A segunda fase é estação clínica: colher, examinar, decidir, registrar. É o mesmo atendimento que a Iris conduz — em português e no contexto brasileiro.
Versão em inglês para os steps: lista de espera.
E se, em vez de disputar com ele, ela fosse o sustentáculo da sua melhoria?
A Iris não decide, não trata e não assina nada. Ela devolve a você o que você fez — para que a próxima vez seja melhor que esta. No plantão, quem atende é você.
A assinatura é individual e o histórico é só seu — nenhum professor, coordenador ou colega vê o seu desempenho. Nos 7 primeiros dias você usa tudo sem pagar nada, e cancela quando quiser, escrevendo para contato@iris-preceptoria.com.br antes da data da cobrança.
É preceptor e quer usar com uma turma? Existe um modo com painel coletivo: o aluno entra por um link, sem precisar de conta.
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7 dias grátisDepois dos 7 dias grátis · cancele quando quiser
Pagamento seguro pelo Stripe. O cartão é pedido agora, mas nada é cobrado nos 7 primeiros dias; a primeira mensalidade de R$ 79,90 só vem depois deles, e quem cancela antes não paga nada. O seu código de acesso aparece na tela de confirmação e também vai por e-mail — com ele você cria usuário e senha. Já tem conta? Entrar.
Ainda em dúvida? Atenda um caso grátis →
Escolha os casos, envie para a sua turma e acompanhe cada atendimento num único painel. A Iris avalia o raciocínio clínico, a comunicação, a postura profissional e a segurança da condução — com indicadores de integridade que ajudam o preceptor a conferir como a sessão transcorreu.
Você escolhe o caso. O aluno atende. A Iris observa.
Não é apenas uma nota.
É o registro de como aquele aluno atendeu.
Planos institucionais para turmas, cursos e serviços — definidos pelo número de alunos e pela implantação. Não passa pelo checkout: começa por uma conversa.
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