Atenda por voz um paciente que fala, hesita e esconde coisas. Examine, prescreva e decida o destino. A cada caso, a Iris identifica seus padrões de erro, atualiza a sua Íris Clínica e mostra exatamente o que treinar a seguir.
Criado por um pediatra preceptor de internato, a partir de fichas reais de alunos.
Na atenção primária, o paciente abre com um pedido simples. O que importa só aparece se você der espaço. Se for direto ao ponto burocrático, ele vai embora sem contar.
“Doutor, é rapidinho — eu só vim renovar a receita da pressão que acabou. Tô com o carro na porta.”
“Antes de eu renovar: tem mais alguma coisa te preocupando?”
“Bom… tem uns dois meses que dá um aperto no peito quando eu subo a ladeira com as compras. Passa quando eu paro. Não contei nem pra minha mulher.”
Quem não abriu espaço renovou a receita e liberou o paciente. A angina estava no caso desde o começo. A Iris não corrige só o que você respondeu — ela mostra o que você nunca chegou a descobrir.
Você não escolhe o caso: ele é sorteado, e o tema só aparece depois. Do outro lado, uma pessoa que responde por voz — e responde só o que você perguntar.
A conversa é por voz, em tempo real. Pergunta vaga recebe resposta vaga; pergunta indutora faz o paciente concordar por educação.
Peça os segmentos que quiser. Só aparece o que você examinar — e o sistema guarda o que você deixou fechado.
Anamnese, exame físico segmento a segmento, impressão clínica, conduta, prescrição e orientações. Como no prontuário.
O que você colheu, o que deixou passar, a dose que errou, o destino que não definiu — com as referências de cada ponto.
Oito domínios com nota. Verde onde você é forte, âmbar e vermelho onde não é. Um atendimento por vez, e a média de todos.
Oito domínios, um desenho só. Cada setor é um domínio e o comprimento é a sua nota; a cor faz o resto. Um atendimento por vez — e a média de todos, que é onde os seus padrões aparecem.
O que você buscou, como perguntou e o que deixou de perguntar.
Os segmentos que decidiam o caso — e os que você deixou fechados.
A distância entre o que você ouviu e o que você escreveu.
Se você justificou a hipótese e afastou o diferencial que engana.
O que foi feito, o que não devia, e o destino do paciente.
Dose, unidade, via, intervalo e duração. Conferidos um a um.
Gravidade reconhecida a tempo, contraindicação, alergia, notificação, sinais de alarme.
Se você se apresentou, explicou sem jargão e informou a conduta em voz alta.
A Iris compara a transcrição da conversa com a ficha que você escreveu. Descobrir a alergia e não anotar conta como falha — porque no plantão real ninguém lê a sua memória.
O exame físico é preenchido segmento a segmento, e o sistema sabe quais você abriu de fato. Dar como normal o que não foi examinado é apontado como falha ética, não como descuido.
Cada atendimento entra num histórico formativo. O painel não mostra média: mostra recorrência. “Dose incorreta em 5 dos seus 9 atendimentos” muda o que você faz amanhã.
Um erro isolado pode ser acaso. Cinco doses incorretas em nove atendimentos são uma fragilidade — e fragilidade pede plano, não bronca.
Simulados com vinheta clínica e revisão comentada das erradas: a sua alternativa, a correta e o porquê.
Cada devolutiva fecha com as fontes daquele caso — diretriz, protocolo do Ministério, literatura — para estudar do jeito certo.
Errou o tema na questão? A Iris te leva ao caso de voz correspondente. Você estuda, refaz e vê a fragilidade sumir da sua íris.
Cada ala tem o seu jeito de ser difícil. Na pediatria, quem fala não é o paciente. Na emergência adulta, o paciente minimiza. Na atenção primária, ele esconde o motivo real.
Pronto atendimento infantil. A história vem por procuração: uma mãe assustada, que só conta o que for perguntado.
Pronto atendimento adulto. O paciente fala por si — e omite o que tem vergonha de dizer.
Unidade de Saúde da Família. Consulta agendada, agenda oculta, adesão que ninguém investiga.
A assinatura é individual e o histórico é só seu — nenhum professor, coordenador ou colega vê o seu desempenho. Você cancela quando quiser, direto pelo Stripe.
É preceptor e quer usar com uma turma? Existe um modo com painel coletivo e contas para os alunos.
Cancele quando quiser
Você é levado ao pagamento seguro do Stripe e recebe um código para criar sua conta. Já tem conta? Entrar.
Contas para os alunos, casos escolhidos por você, e o mapa do que a turma erra em bloco — que vira pauta de aula na segunda-feira.